Ainda em novembro, durante reunião da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, o parlamentar já havia defendido a necessidade de uma investigação séria e criteriosa sobre o caso envolvendo o Banco Master. Na ocasião, o posicionamento foi pautado pela responsabilidade, pela busca da justiça e, sobretudo, pela proteção dos fundos de previdência de estados e municípios, que não podem ser penalizados por irregularidades.
Nesta semana, ao assinar o pedido de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), o deputado Fausto Júnior reafirmou a mesma postura. Segundo ele, a investigação é fundamental para esclarecer os fatos, identificar eventuais irregularidades e responsabilizar aqueles que, de fato, participaram de qualquer esquema ilegal.
O parlamentar também destacou que o processo investigativo deve ser conduzido com equilíbrio, evitando a criminalização de gestores e instituições que atuaram de boa-fé. “É preciso separar quem errou de quem agiu corretamente, garantindo justiça e segurança jurídica”, ressaltou.
A expectativa é de que a CPMI contribua para trazer transparência ao caso, fortalecer os mecanismos de fiscalização e assegurar a proteção dos recursos previdenciários, que pertencem a milhões de servidores públicos em todo o país.
