Caso de grande repercussão na cidade, onde o dono de famosa rede de supermercados em Manaus, foi acusado de ser o mandante do assassinato do sargento do exército Lucas Ramon Guimarães.
Conforme a investigação da Polícia Civil do Amazonas, Joabson, marido de Jordana, na qual assumiu ter tido uma relação extraconjugal com o assassinado, teria sido o mandante do homicídio do homem que mantinha uma relação com a sua esposa.
Conforme o apurado, constatou-se que além de manter uma relação extraconjugal com Jordana, esposa de Joabson, o sargento falecido teria obtido da empresa do suposto mandante, milhares de reais entregues pela esposa de Joabson, Jordana.
Houve comprovação que Lucas “devolveu” a quantia de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), após ser pressionado por Joabson.
Contudo, mesmo após a devolução da quantia, conforme Denúncia do Ministério Público do Amazonas, o mandante teria pago R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais) para o pistoleiro realizar o crime e executar a vítima.
Conforme o relatório do Ministério Público, um dos funcionários ao repassar o montante ao assassino, alertou que o “tio tinha muito dinheiro, inclusive pra comprar juiz e promotor”, conforme imagem extraída do relatório.

Somente o atirador irá ser julgado pelo júri popular, onde 7 jurados decidem o destino do acusado.
O Ministério Público do Amazonas se pronunciou alegando que irá recorrer da Decisão que determinou a exclusão do mandante do assassinato do julgamento do Júri.
