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Caso Vitória: Justiça rejeita denúncia contra Jordana em investigação da morte de militar

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) não aceitou a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MPAM) contra Jordana Azevedo Freire, que é investigada por envolvimento na morte do sargento do exército Lucas Guimarães, ocorrida em 2021.

Por meio de nota, assessoria do Tribunal justificou a rejeição “em função de não restar demonstrado, na Denúncia – com base nos elementos até então anexados ao Inquérito Policial, avaliados de forma perfunctória – elementos de concatenação de indícios e de verossimilhança e relação de causalidade entre a conduta da denunciada e o homicídio, não atendendo assim, aos requisitos estampados no art. 395, III, do Código de Processo Penal”.

Com a medida, apenas o marido de Jordana, Joabson Agostinho Gomes, e outras cinco pessoas são réus no processo que investiga os envolvidos no homicídio de Lucas.

São réus

  • Joabson Agostinho Gomes, que teria descoberto que a vítima era amante da mulher;
  • Romário Vinente Bentes, gerente do supermercado de Joabson e Jordana;
  • Silas Ferreira da Silva, suspeito de matar o sargento a tiros;
  • Kamylla Tavares da Silva, que teria ajudado Romário a entrar em contato com Silas;
  • Kayandra Pereira de Castro, que encontra-se foragida e também teria ajudado no contato com Silas;
  • Kayanne Castro Pinheiro, que encontra-se foragida e também teria ajudado no contato com Silas.

O caso

Lucas Guimarães foi morto com quatro tiros no dia 1° de setembro de 2021 dentro da própria cafeteria, na avenida Ayrão, bairro Praça 14 de Janeiro, na zona Sul da capital. O homicídio do sargento teria sido ordenado por Joabson Agostinho Freire, dono da rede de supermercados Vitória.

Joabson teria mandado matar o sargento após descobrir que a esposa, Jordana Azevedo Gomes, mantinha um caso extraconjugal com ele. A própria Jordana teria contado sobre o caso extraconjugal para o marido.

Fonte: Em Tempo