Não é de hoje que pairam suspeitas a respeito do esquema de vendas de vagas para o curso de medicina na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em 2012/2013 uma quadrilha já havia sido alvo de investigações por suspeitas de fraude no exame.
Desde então o esquema se fortaleceu e há pelo menos três anos outras quadrilhas integradas por inclusive alunos do curso de medicina da universidade estadual compactuaram e compactuam para fortalecimento do esquema fraudulento.
Nesses últimos anos não foram diferente, a acadêmica Beatriz Garcia – nascida em Tonantins/AM, pertencente ao grupo do interior, estudante do terceiro ano do curso de medicina é umas das responsáveis por liderar o esquema, receptando as provas oriundas dos demais integrantes e repassadas por meio do aplicativo “telegram”, que compartilhavam as imagens do exame já respondido com os vestibulandos. Beatriz Garcia garantiu a vaga de pelo menos 10 acadêmicos que o portal teve acesso nos últimos três anos.
Com relação aos valores, a compra da prova girava em torno do valor de 60 a 80 mil reais, a depender do grupo que o interessado fizesse parte. As transferências dos valores para a compra da prova são realizadas por pix ou dinheiro em espécie. A partir desse momento, a acadêmica intermediava os vestibulandos e repassava os valores à quadrilha retirando sua comissão.
Com direito à agradecimento à Deus e à família, em seu instagram (bea.garciia_), compartilhou sua “aprovação” com seus seguidores e compartilha sua rotina no curso de medicina.
